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sexta-feira, 21 de abril de 2017

22 de abril: Dia Internacional do Planeta Terra.







Você sabe como  surgiu o Dia Internacional da Terra?

O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson. 

Em 22 de abrl de 1970, o político convocou o que foi considerado o primeiro protesto contra a poluição. De acordo com dados divulgados na época, mais de 20 milhões de pessoas participaram do ato em todos os EUA. Foi adotado internacionalmente em 1990, e então é festejado a cada 22 de abril. 

O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.

O objetivo principal é conscientizar aos habitantes do planeta Terra a importância e a necessidade da conservação dos recursos naturais do mundo.




Som da banda Sananda... vale a pena! 

         

Refletindo! 

        


Desabafo: 


Ainda continuamos maltratando esta casa por dinheiro para garantir poder! A insustentabilidade está presente, por mais que saibamos que temos que mudar nossas atitudes urgentemente.

 Conscientização??? Cadê??


Nada a comemorar.. somos péssimos inquilinos!


Mil perdões Gaia!

Érica Sena 


Relatório aborda a relação entre as cidades e mudanças climáticas

Crédito de  Imagem  Freepik

Documento foi elaborado no âmbito do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC)
A mudança do clima já é uma realidade em todo o planeta. Segundo as projeções realizadas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), a temperatura média global pode ter um aumento de 2,6 a 4,8 graus até o fim do século, além de uma elevação de 0,45 a 0,82 metro no nível do mar.
As alterações no clima estariam ligadas às atividades humanas, sendo as cidades os territórios mais afetados. Estas considerações têm sido feitas pela comunidade de pesquisa científica internacional e acreditando na importância de debater este tema, o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC) publicou o Relatório Especial “Mudanças e Cidades”.
O documento, elaborado por Suzana Kahn Ribeiro e Andrea Souza Santos, apresenta questões sobre resiliência urbana, além de abordar as contribuições das cidades para o aquecimento global. 
Outro destaque do relatório é o capítulo sobre as vulnerabilidades brasileiras às mudanças climáticas, levando em consideração aspectos como ecossistemas, infraestrutura urbana (energia, transporte, edificações, resíduos sólidos, recursos hídricos, efluentes e drenagem urbana), saúde e zonas costeiras.  
                                                                                               (escrito por Reginaldo Alves) 
Para acessar o relatório, clique aqui.

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sábado, 15 de abril de 2017

Campanha #CleanSeas: ONU declara guerra ao plástico nos oceanos

Programa das Nações Unidas para o Ambiente (UNEP, na sigla em inglês) lançou, em fevereiro, uma campanha para eliminar duas grandes fontes de lixo marinho até 2022: os microplásticos usados em produtos de cuidado pessoal e os plásticos descartáveis, como os sacos e as garrafas. 

A campanha #CleanSeas pretende persuadir os governos a adotar políticas que visem a redução do consumo de produtos de plástico e, ao mesmo tempo, incitar as empresas a minimizar o uso de embalagens de plástico

Por ano, usam-se mais de 300 milhões de toneladas de plástico no mundo e mais de oito milhões vão parar aos oceanos.

Se não fecharmos a torneira do plástico que vai parar aos oceanos, acabaremos numa situação, até 2025, em que existirá uma tonelada de plástico por cada três de peixe e isso é simplesmente inaceitável”, disse Patrick Thomas, presidente da Plastics Europe, à SkyNews. 

A situação só promete piorar se não forem tomadas medidas eficazes, estimando-se que, até 2050, exista mais plástico do que peixes (por peso) no mar e que 99% das aves marinhas tenham pedaços deste material no organismo. 


Estes resíduos ferem e matam peixes, aves, mamíferos marinhos e até plâncton. Segundo o UNEP, serão mais de 600 as espécies marinhas afetadas pelo lixo marinho. 15% das espécies que ingerem ou ficam presas nos detritos encontram-se ameaçadas.   

 Há muito tempo que já se devia ter resolvido o problema do plástico que pesa sobre os nossos oceanos”, declarou o diretor do UNEP, Erik Solheim. 

A poluição de plástico está a invadir as praias da Indonésia, a depositar-se no fundo do oceano no Pólo Norte e a subir através da cadeia alimentar até aos nossos pratos. Estivemos demasiado tempo sem fazer nada, enquanto o problema foi piorando. Isto tem de acabar.” 

Dez países – a Bélgica, Costa Rica, França, Granada, Indonésia, Noruega, Panamá, Santa Lúcia, Serra Leoa e Uruguai – já tinham aderido à campanha, quando esta foi lançada. Cabe aos países participantes encontrar formas de reduzir a quantidade de plástico que acaba nos oceanos

A Indonésia, por exemplo, comprometeu-se a reduzir em 70% o seu lixo marinho, até 2025. O Uruguai anunciou que vai introduzir um imposto sobre os sacos de plástico descartáveis ainda este ano. A Costa Rica planeia reduzir os plásticos descartáveis através de uma melhor gestão de resíduos e da educação dos seus cidadãos.

Apoiamos vigorosamente o compromisso de todos os intervenientes, incluindo a sociedade civil, o sector privado e todos os cidadãos, para apoiar os esforços nacionais e mundiais. Só através de um envolvimento real e ativo seremos capazes de combater eficazmente o lixo marinho”, disse Edgar Gútierrez-Espeleta, ministro do Ambiente e Energia da Costa Rica. 


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Também existem empresas a juntar-se à causa, entre as quais a DELL Computers, que anunciou que irá integrar, nas embalagens dos seus produtos, plástico removido do mar perto do Haiti, provando assim que “o plástico do oceano pode ser reutilizado para fins comerciais”

Jack Johnson é uma das inúmeras figuras a apoiar a iniciativa do UNEP. O cantor, que está atualmente a promover o documentário The Smog of the Sea (que pode ser visualizado aqui) sobre os mais de 50 biliões de partículas de plástico presentes nos nossos oceanos, disse que irá encorajar os recintos onde vai tocar, durante a sua tour de Verão, a reduzir os plásticos descartáveis. 

O UNEP vai continuar a destacar as iniciativas levadas a cabo pelos governos ou empresas, à medida que a campanha for progredindo. Desde o seu começo, a #CleanSeas já promoveu medidas como a proibição dos sacos de plástico descartáveis anunciada pelos governos do Quénia e da Tunísia e a proibição do uso de micropartículas de plástico em todos os cosméticos e artigos de cuidado pessoal na Nova Zelândia. 

Estas micropartículas estão presentes em vários produtos de higiene – como gel de banho, esfoliantes e pasta de dentes – e um só banho pode originar a entrada de 100 mil no oceano, uma vez que, devido ao seu tamanho reduzido, conseguem passar através dos filtros das ETAR. 

Nas prateleiras das casas-de-banho de todo o mundo encontram-se produtos que estão a destruir a vida nos nossos oceanos”, disse uma das apoiantes da campanha, a atriz Nadya Hutagalung. “Nenhum produto de beleza vale a destruição dos belos oceanos do mundo, para não falar do nosso próprio bem-estar.” 

A minha mãe ensinou-me a respeitar o ambiente e a limpar o meu quarto, quando eu era pequeno”, contou outro dos apoiantes da campanha, o ator Adrian Grenier. “Ao crescer, o meu quarto tornou-se a minha casa, um bairro e todo um planeta.” 




        

Fonte: UniPlanet
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