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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Você faz parte de luta, arregace as mangas e mude suas atitudes em 2017!


Não penso que a saída para a humanidade seja o retrocesso, ou seja, voltar ao uso de costumes antigos, evitando as vantagens dos frutos tecnológicos, mas sim na junção de tecnologias mais limpas e eficientes com a conscientização planetária dos seres humanos.
Não adianta apenas querer mudar as taxas de emissão de gases estufa, enquanto às pessoas continuam tendo atitudes irracionais e impactantes em seu cotidiano. Não cabe somente aos governantes, industriais, empresários carregar a cruz de lutar pela qualidade ambiental, através da sustentabilidade, mas a cada cidadão, independente da idade, classe social, etnia, estudo.
Não adianta se fingir de ambientalmente correto, e continuar desperdiçando água em seus banhos, torneiras; continuar a deixar seu lixo depositado na areia das praias, pelas ruas e calçadas, em todos locais, exceto nas lixeiras.
Segundo Samuel M. Branco, o ser humano está para os ecossistemas naturais como um parasita está para organismo são sobre o qual ele exerce sua ação parasitária. 
Duas coisas eu me pergunto diante dessa afirmação: todos os seres humanos se comportam como parasitas? Já que o planeta (o hospedeiro) é utilizado pelo homem sem dar um retorno positivo, ou seja: serve de fonte de alimento, sobrevivência para os seres humanos (os parasitas) que oferecem em troca: resíduos, impactos negativos? E a mudança de atitudes e de consciência não mudaria essa relação parasitária para uma relação harmônica?
Realmente, diante de tantas catástrofes atuais, nota-se que não há tempo para reflexões, mas sim para ações concretas e eficientes de todos os atores sociais, incluindo você. Pense nisso!

Um Feliz 2017 a todos vocês!
Que venha um  ano mais harmônico, iluminado, cheio de paz, saúde  e sustentabilidade!
#MudançasDeAtitudeEm2017
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Pensar Eco deseja boas festas a todos!





Mais um ano se finda..
e agradeço a todos amigos, tanto  leitores,  quanto parceiros pelo companheirismo e pelo carinho com esse Blog!

O que seria de Pensar Eco, sem vocês! Sou muito grata!


Que todos tenham um Natal iluminado, com muita paz e amor. E que 2017, seja bem melhor do que 2016!


Conto com vocês em 2017! 


Grande abraço!
Érica Sena

TRF1 julgou em dezembro a lista vermelha de espécies ameaçadas


A lista de espécies aquáticas ameaçadas, suspensa por decisão judicial, foi para  pauta de votações do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) da sexta-feira (16). O documento, estabelecido pela Portaria 445/2014 do Ministério do Meio Ambiente (MMA), completou dois anos no sábado (17), mas não vigora, deixando 475 espécies de peixes e invertebrados expostos à exploração sem controle.

O caso deve ser julgado pela 6ª Turma do TRF1. Os desembargadores vão analisar recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) que pede que a portaria volte a vigorar enquanto o tribunal analisa o mérito da ação.

Publicada em 17 de dezembro de 2014, a Portaria 445 define a Lista Nacional de Espécies de Peixes e Invertebrados Aquáticos Ameaçados de Extinção, conhecida como lista vermelha de espécies ameaçadas. Destas, cerca de 100 vivem nos oceanos

A relação foi definida após cinco anos de trabalho que, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), envolveu cerca de 1.400 cientistas e 200 instituições de pesquisa.

Em março de 2015, o Conselho Nacional de Pesca e Aquicultura, a Federação Nacional dos Engenheiros de Pesca do Brasil (Faep-BR) e a Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores (CNPA) solicitaram a declaração da nulidade da Portaria. Argumentaram que ela foi publicada de forma unilateral pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), sem a participação do extinto Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), hoje incorporado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O pedido foi negado e um Agravo de Instrumento foi interposto junto ao TRF1, que suspendeu os efeitos da Portaria em junho de 2015. A norma foi restabelecida pelo Tribunal em agosto de 2016 e voltou a ser suspensa em setembro.

Mais informações:



Sobre a OceanaA Oceana foi criada em 2001 para trabalhar exclusivamente na proteção e recuperação dos oceanos em escala global, por meio de campanhas e estudos científicos. A organização está presente em sete países e na União Européia, que, juntos, são responsáveis por mais de 40% da produção de pescado do mundo. Atua no Brasil desde julho de 2014.

 Fonte: Partners Comunicação Integrada
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